Política de Privacidade

Política de Privacidade

Atualizada em 14/10/2026.

Esta página explica, em linguagem simples, o que a clínica faz com os seus dados: quando você visita o site, quando fala com a gente pelo WhatsApp e quando se torna paciente.

1. Quem somos

Clínica Médica M&L LTDA — Dr. Matheus Trilico Neurologia, CNPJ 22.895.539/0001-99, Curitiba/PR. Neurologia dedicada a adultos com suspeita ou diagnóstico de TEA e TDAH. Responsável técnico: Dr. Matheus Luis Castelan Trilico, CRM 35805/PR, RQE 24818. A clínica é a controladora dos seus dados: é ela quem decide por que e como eles são usados.

Encarregado (DPO): Dr. Matheus Luis Castelan Trilico — [email protected] — (41) 3091-7893.

2. Um aviso antes de tudo: tratamos seu contato como dado de saúde

Quem procura uma clínica que atende TEA e TDAH revela, só por procurar, algo sobre a própria saúde. Por isso tratamos o seu contato com o cuidado que a lei reserva aos dados sensíveis, mesmo que você nunca escreva um diagnóstico.

3. Quando você visita o site

  • O que coletamos: dados técnicos de navegação (endereço IP, navegador, páginas vistas) e cookies. Usamos o Google Analytics para medir visitas e o Pixel da Meta para medir o resultado de anúncios; os dois só funcionam se você aceitar no aviso de cookies. Se você chegou por um anúncio e nos escreveu no WhatsApp, o próprio aplicativo informa à Meta que aquele clique virou conversa.
  • Comentários no blog: guardamos nome, e-mail, texto, IP e navegador (para barrar spam), e o comentário fica público. Não escreva nos comentários nada sobre a sua saúde.
  • Conteúdo de outros sites (vídeos, mapas): ao abrir, o outro site pode coletar dados como se você o tivesse visitado.
  • Para quê: fazer o site funcionar, evitar spam e entender, em números agregados, o que é lido.

4. Quando você fala com a gente pelo WhatsApp

  • O que tratamos: seu nome ou como prefere ser chamado, seu número, o conteúdo das mensagens e o que o atendimento registra (data, hora, por onde você chegou, andamento). Não pedimos CPF, endereço, documentos nem histórico médico nesta etapa.
  • Para quê: responder, tirar dúvidas, informar valores e horários, verificar se atendemos o seu caso e agendar.
  • Assistente virtual: parte das respostas é escrita por uma assistente virtual com inteligência artificial, que lê a sua mensagem para responder, inclusive valores. Ela não faz diagnóstico nem decide nada sobre você; sempre que você pedir, ou quando o assunto exigir, uma pessoa da equipe assume a conversa.
  • Se a conversa parar: podemos enviar até 2 mensagens em até 14 dias, curtas, só sobre o agendamento e sem conteúdo clínico. Avisamos disso no começo do atendimento. Para não receber, é só dizer, ou tocar em “Não quero mais mensagens”: paramos na hora e em definitivo.
  • Crianças e adolescentes: atendemos maiores de 18 anos. Casos de menores de 18 anos são avaliados individualmente quanto à possibilidade de atendimento, sempre com o responsável legal; fora isso, orientamos a buscar serviço adequado e não incluímos o contato no acompanhamento.
  • O que não fazemos: não vendemos seus dados, não montamos perfil comercial nem pontuação sobre você e não mencionamos TEA, TDAH, laudo ou diagnóstico nas mensagens de retomada, porque outra pessoa pode ver a tela do seu celular.

5. Quando você se torna paciente

  • O que tratamos: dados de cadastro (nome, CPF, nascimento, contato, endereço), agenda, prontuário, documentos e exames que você envia, receitas e relatórios, e dados de pagamento e nota fiscal.
  • Para quê: prestar o atendimento médico, emitir receitas e documentos, cobrar e emitir nota fiscal, lembrar consultas e retornos e cumprir as obrigações legais da clínica.
  • Área do Paciente: o que você vê e envia por ela fica no sistema da clínica, com acesso restrito por função.
  • Mensagens e e-mails: enviamos lembretes e orientações ligados ao seu acompanhamento. Você pode pedir para parar de recebê-los. Paciente que encerrou o acompanhamento não recebe mensagens.

6. Com que base legal

  • Atendimento, triagem, agendamento, valores, prontuário e lembretes de acompanhamento: tutela da saúde, em procedimento realizado por serviço de saúde (LGPD, art. 11, II, “f”). Por isso não pedimos “aceite” para atender você.
  • Retomada do contato pelo WhatsApp (item 4): mesma base, como continuação do atendimento que você iniciou, com aviso prévio e direito de parar a qualquer momento.
  • Cobrança, nota fiscal e guarda do prontuário: obrigação legal (art. 11, II, “a”).
  • Registro de quem pediu para não ser contatado: obrigação legal, sem a qual não conseguiríamos cumprir o seu pedido.
  • Site (Analytics, Pixel e outros cookies não essenciais): seu consentimento, dado no aviso de cookies e revogável a qualquer momento.
  • E-mails informativos a pacientes (novidades da clínica, orientações, conteúdo educativo), enviados pelo nosso sistema ou por sistema terceirizado: todo e-mail tem link para descadastrar, e quem se descadastra não recebe mais. Paciente que encerrou o acompanhamento não recebe. Esses e-mails nunca trazem conteúdo do seu prontuário.
  • Não usamos seus dados para publicidade de terceiros nem vendemos listas.

7. Com quem compartilhamos

Só com quem presta serviço à clínica, e só o necessário:

  • Cloudia — plataforma de atendimento pelo WhatsApp e da assistente virtual (operadora).
  • Meta/WhatsApp — é a infraestrutura do aplicativo que você escolheu; as mensagens trafegam pela estrutura internacional dela, segundo as políticas dela.
  • Maestro, o sistema de prontuário e gestão da própria clínica, hospedado na plataforma Skip (banco de dados e arquivos).
  • Inteligência artificial dentro do Maestro: para apoiar a equipe (por exemplo, resumir o que você preencheu antes da consulta), o sistema envia trechos do seu atendimento a um serviço de IA contratado (OpenRouter), que não pode usar o conteúdo para treinar modelos. Quem lê e decide é sempre o médico.
  • Mailchimp — envio de e-mails informativos (servidores fora do Brasil).
  • Prescrição e assinatura digital (Mevo, Memed, Prescri, BirdID), pagamentos e nota fiscal (Asaas, Banco Inter, prefeitura), agenda e videochamada (Google; Feegow como cópia de segurança da agenda).
  • Autoridades, quando a lei obrigar.

Alguns desses fornecedores podem guardar dados fora do Brasil.

8. Por quanto tempo guardamos

  • Prontuário: no mínimo 20 anos a contar do último registro (Lei nº 13.787/2018 e Resolução CFM nº 1.821/2007).
  • Dados fiscais e de pagamento: pelos prazos da legislação tributária.
  • Conversas de quem não virou paciente: pelo tempo necessário ao atendimento. Se você pedir, excluímos em até 15 dias.
  • Pedido para não ser contatado: guardamos o número e essa marcação por tempo indeterminado, porque apagar faria você voltar a receber mensagens por engano.
  • Comentários do blog: enquanto o comentário estiver publicado.

9. Seus direitos

Você pode, a qualquer momento: confirmar se tratamos seus dados, acessá-los, corrigi-los, pedir cópia do prontuário, pedir anonimização, bloqueio ou eliminação do que for desnecessário ou tratado fora da lei, pedir portabilidade, saber com quem compartilhamos e se opor a um tratamento que considere irregular. Também pode, sem justificar, pedir para não receber mais mensagens — é imediato.

Fale com o encarregado pelos contatos do item 1. Confirmamos na hora se tratamos seus dados e respondemos o pedido completo em até 15 dias. Se não ficar satisfeito, você pode reclamar à ANPD (gov.br/anpd).

O que a lei manda guardar (prontuário, dados fiscais) não pode ser apagado a pedido; nesses casos explicamos o motivo.

10. Segurança

O acesso aos dados é restrito por função (médico, concierge, secretaria, administração), a equipe tem dever de sigilo e é proibido copiar conversas ou prontuário para fora dos sistemas da clínica. A conexão com o site e com os sistemas é criptografada. Se houver incidente com risco relevante para você, avisamos você e a ANPD nos prazos da regulamentação.

11. Mudanças nesta página

Quando algo relevante mudar, atualizamos a data no topo. 

Ciência

Esta política informa como tratamos os seus dados. O tratamento necessário ao atendimento se baseia na tutela da saúde, não no seu consentimento (item 6). Aplica-se a lei brasileira, em especial a Lei nº 13.709/2018 (LGPD) e o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014); nas relações de consumo, fica assegurado o foro do domicílio do paciente.


Termos de Agendamento

Para acessar nossos termos de agendamento, clique aqui.

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